Bem, chegamos a mais um fim de ano. 2009 foi um período de muitas produções para nós do 6º período de jornalismo do Unis, em Varginha – MG. Nosso grupo, que vem se firmando desde o início do curso, tem mostrado muita disposição e maturidade no trabalho em equipe.

Como exemplo, noo início do ano fizemos o documentário Ecos da Esquina (Confira o vídeo). Agora no segundo semestre apresentamos o telejornal esportivo: Rota do Esporte (em breve disponível). São projetos laboratório que tem seus limites mas nos fizeram aprender muito. 2010 é o último ano, meu projeto de pesquisa é sobre a influência das mídia sobre a política. Aguardem.

Equipe de produção e edição em telejornalismo

“Se não fosse a Ong Educar, certamente não teria chances de continuar meus estudos e buscar uma profissão.Ela realmente esta mudando minha vida”, é assim que Bruno Alves , estudante de Fisioterapia do Centro Universitário do Sul de Minas ( Unis-MG) e aluno da ONG, descreve a importância desse projeto assistêncial.

A Ong Educar que surgiu em 2004., com a intenção de ajudar jovens carentes na formação de um curso superior .Ela não possui incentivo de órgãos governamentais e sobrevivem dos recursos arrecadados em eventos sociais , como festas, bingos e rifas , organizados e promovidos pela diretoria e estudantes da instituição.

“Agente batalha bastante, trabalha a noite inteira em eventos, mas é muito díficil conseguir pessoas que abracem a causa.É um trabalho muito bonito, que muda não só a minha , mas a vida de toda minha família e certamente a de todos que beneficiados por ela.”, diz Amanda Roberta, estudante de Comércio exterior no Unis-MG.

Idealizada pela psicóloga Luciene Barra Mina, a Ong conta com sete alunos formados como é o caso de Regiane Gueli Furtado de Mendonça, ex bolsista da Ong que passou em 1° lugar no concurso para assistente social do Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET). “Isso só traz motivação para que o trabalho da Ong continue” ,diz Luciene Mina.Ela ressalta ainda que o ideal da entiddade é ampliar o acesso a formação acadêmica. “ É um direito do cidadão estudar para obter melhores condições de vida”.

Para a psicóloga, não basta ajudar, é necessário conscientizar os alunos sobre a importância do trabalho em equipe. “Nós esclarecemos que não somos paternalistas, não podemos carregar o mundo nas costas. Queremos caminhar juntos e batalhar no combate às doenças emocionais e sociais, que tanto afligem a sociedade. A preocupação com o nosso próximo é requisito básico para o ingresso do estudante”.

Para estudar com o apoio da Ong Educar, os alunos passam por um rigoroso critério de seleção, baseado em uma análise sócio-econômica, realizada por uma assistente social. Em seguida, encaram a entrevista com um psicólogo. Finalmente, as fichas selecionadas chegam ao controle da diretoria, que diante da condição financeira da Ong , analisam cada ficha e dentro de suas posibilidades passam a dar assistencia a esses jovens.

Atualmente a Ong Educar passa por dificuldades financeiras , e busca na comunidade e em empresas locais apoio e patrocinio.Se você estiver interessado em conhecer o trabalho da Ong Educar ou até mesmo colaborar com a formação destes jovens , basta entrar em contato pelo telefone (35)8844-3416, falar com Andreza Lima.

O apagão que assolou o país, no início da semana passada já causou, irritações, desculpas, e explicações um tanto inusitadas.

Enfim, a oposição caiu no couro do governo e não poupou farpas (trabalho deles mesmo), mas enfim, o rídículo chegou a eles. O Senador Arthur Virgílio PSDB-AM quer convidar entidades esotéricas para dar explicações sobre o apagão. Segundo noticiou ontem, o Jornal da Globo. Confira Oposição tem que ter seriede e sobre tudo sobriedade nas declarações e críticas. Arthur Virgílio é dono de um discurso passivo quando o assunto é atacar o governo Lula e suas falácias. Mas, há quem entenda que Virgílio insultou a consciência do povo brasileiro. A polêmica também foi noticiada. Mas Virgílio continua o mesmo, sem medo do rídiculo. Acompanhe.

Lobão tenta uma explicação oficial. E o povo fica entre a escuridão (governo e a má adminsitração da hidrelétrica de Itaipu) e o deboche (críticas e insinuações da oposição). Acompanhe como foi:

Muito tem se tratado do conceito de ‘crowdsourcing‘, que basicamente se propõe a buscar informações junto às pessoas, ou até mais que isso, o povo faz a notícia.
Claro que isso tudo vem de forma bruta e é preciso lapidar, na linguagem jornalística, usaria: apurar. Isso tem levado a uma proximidade incrível entre veículos de comunicação e público consumidor de informação. Mas até que ponto isso tudo é um perigo? Onde está o filtro da verdade ? Fato é que os meios de comunicação precisam avançar nessa seara e valorizar quem são seus colaboradores nos furos! Enfim, entre as principais fontes de pautas, temos no twitter, um verdadeiro aliado. Mas a apuração precisa caminhar próxima dessa prática. A febre do crowdsourcing não é nova, mas o dinamismo da internet tem dado asas às suas pretensões. Aliados, todos precisamos, o jornalismo ainda mais, mas a falsa informação anda lado a lado com a verdade, resultado, mais trabalho para as redações.

Essa é uma barreira que a internet ainda precisa vencer.Os milhares de internautas, talvez nem estejam tão convencidos da necessidade dela, mas, a verdade é que essa será uma conquista, mais árdua do que os inúmeros navegantes dessa plataforma.

Segundo o dicionário Michaelis, credibilidade é sinônimo daquilo que é crível. Simples, né? Talvez pouco esclarecedor. Mas as pessoas tem conseguido singrar pelas águas turvas, às vezes pouco confiáveis desse oceano infindável da rede mundial de computadores, mas nem sempre conseguem encontrar portos seguros da credibilidade. Ilário, né, mas a luta da internet pode ser conseguida atraves de comunicadores responsáveis, aqueles, que entendem o valor da comunicação.

Enfim, há que se conquistar essa vitória. A seguir um vídeo da TV Cultura – São Paulo, sobre a opinião de alguns alunos sobre credibilidade e agilidade, na era da informação digital:

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