A tecnologia tem jogado com uma estratégia inteligente e bem contemporânea para aumentar sua audiência. Sabe aquele telespectador passivo, sentado numa poltrona, no meio da sala, ou deitado no quarto diante da TV, pois é, ela ainda vai existir. Mas talvez, lá pro meio da madrugada ele vai querer editar e postar uns vídeos seus do fim de semana no youtube. Ou mandar pro seu blog algumas das principais manchetes da noite, vindas de vários países, com e sem tradução. Também vai escrever loucamente o que quiser e o que achar relevante.

Bem, isso é presente, e pela instantaneidade das coisas, pode em pouco tempo ser passado. O passivismo da antiga linha emissor – receptor. Bola de boliche espatifando os pinos (comunicação de massa), anda dando lugar ao: ‘todos emitem – todos recebem’, mais parecido com o fliperama (dica: a bola é a informação).

Enfim, a comparaçam é prosaíca, mas na verdade a informação, na era da tecnologia 2.0, forma um mosaico de dados. Assim como a pós-modernidade tem lançado o homem num mar de segmentos refratários da sua própria subjetividade, a mídia abriu espaço, e claro a internet é o lugar do pleno subjetivismo. Os alunos já não precisam mais rabiscar carteiras, com versos tristes e apaixonados (alguns ainda fazem, talvez por nostalgia ou rebeldia), mas enfim, a internet agora é a plataforma da livre expressão, seja como for. Ali é o lugar de ser e não ser ao mesmo tempo. Quer protestar? Entre aqui, por exemplo:
Quer se apaixonar, tem lugar também (prefiro que vc procure no
Google, ok?) Quer seguir alguém: tenta isso: Twitter. Enfim, seja você na era digital, e não seja também, se quiser. O homem nunca esteve tão diante de sua própria escolha como agora. Abaixo, um vídeo que pode distrair e explicar tudo isso e muito mais.

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